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CDH aprova validade indeterminada para avaliação de deficiência permanente

CDH aprova validade indeterminada para avaliação de deficiência permanente
Publicado por Mello e Furtado Advocacia

Escritório de advocacia especialista em INSS e Previdência Social

Sumário

    A CDH aprova validade indeterminada para avaliação de deficiência permanente em projeto que altera regras da Lei Brasileira de Inclusão e da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea).

    Além disso, a proposta pretende reduzir burocracias enfrentadas por pessoas com deficiência permanente e famílias de pessoas com TEA.

    CDH aprova validade indeterminada para avaliação de deficiência permanente

    Pela proposta, avaliações relacionadas a deficiências permanentes, irreversíveis ou irrecuperáveis passarão a ter validade indeterminada.

    Já nos casos de deficiência reversível ou progressiva, a validade continuará sendo de cinco anos.

    Atualmente, a ausência de prazo nacional unificado faz com que muitas pessoas precisem repetir avaliações periodicamente mesmo após comprovação definitiva da deficiência.

    Projeto aprovado pela CDH também altera regras da Ciptea

    O texto também modifica regras da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

    Segundo a proposta:

    • a Ciptea terá validade indeterminada para maiores de 18 anos;
    • além disso, menores de idade terão validade de 10 anos.

    O projeto ainda proíbe nova avaliação da deficiência apenas para renovação da carteira.

    CDH aprova validade indeterminada e reduz burocracia para pessoas com deficiência

    O autor do projeto, Alan Rick, afirmou que avaliações repetidas geram desgaste emocional, financeiro e burocrático para famílias e pessoas com deficiência.

    Além disso, o relator da proposta, Flávio Arns, declarou que o excesso de exigências acaba dificultando o acesso a direitos.

    Segundo ele, o poder público precisa reduzir burocracias e ampliar políticas de inclusão social.

    Projeto ainda será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais

    Apesar da aprovação inicial, o projeto ainda será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado antes das próximas etapas legislativas.

    Caso seja aprovado definitivamente, o texto poderá reduzir a necessidade de perícias repetidas em casos permanentes de deficiência e TEA.

    Fonte: 12.senado.leg.br

    Foto de Mello & Furtado Advocacia

    Mello & Furtado Advocacia

    Advogados especialistas em direito previdenciário.

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