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Estatuto dos Direitos do Paciente segue para sanção presidencial

Estatuto dos Direitos do Paciente segue para sanção presidencial
Publicado por Mello e Furtado Advocacia

Escritório de advocacia especialista em INSS e Previdência Social

Sumário

    O Senado aprovou o projeto que cria o Estatuto dos Direitos do Paciente, agora o texto segue para sanção presidencial.

    A proposta estabelece regras para a relação entre pacientes e serviços de saúde. As normas valem para atendimentos públicos e privados.

    Além disso, o projeto cria um marco legal sobre direitos e responsabilidades dos pacientes. O objetivo é garantir atendimento mais transparente e respeitoso.

    O estatuto busca assegurar respeito, autonomia e proteção legal aos pacientes. Ao mesmo tempo, o texto também incentiva maior qualidade nos serviços de saúde.

    Além disso, o projeto prevê mecanismos de fiscalização e acompanhamento pelo poder público. Dessa forma, o Estado deverá monitorar o cumprimento das normas.

    O texto aprovado reúne diretrizes para fortalecer a relação entre pacientes, profissionais e instituições de saúde.

    Pacientes terão direito à informação e participação no tratamento

    O capítulo sobre direitos dos pacientes representa o núcleo central da proposta. Ele reúne diversas garantias para quem utiliza serviços de saúde.

    Entre os principais pontos, o texto assegura acesso a informações claras e acessíveis. Assim, o paciente poderá compreender melhor o próprio tratamento.

    Além disso, o estatuto garante participação ativa nas decisões médicas. Portanto, o paciente poderá aceitar ou recusar procedimentos.

    O projeto também garante direito ao consentimento informado. Além disso, assegura privacidade e confidencialidade das informações médicas.

    Outro ponto importante envolve o direito à segunda opinião médica. Dessa forma, o paciente poderá consultar outro profissional antes de decidir sobre o tratamento.

    O estatuto também reconhece o direito a cuidados paliativos. Além disso, o texto protege as chamadas diretivas antecipadas de vontade.

    Nesse documento, a pessoa registra previamente quais tratamentos aceita ou recusa. Essa decisão vale para situações futuras em que o paciente não consiga se manifestar.

    Projeto também define deveres dos pacientes

    O estatuto não trata apenas de direitos. O texto também define responsabilidades dos pacientes durante o atendimento.

    Por exemplo, o paciente deve fornecer informações corretas sobre seu estado de saúde. Entre elas estão doenças anteriores, medicamentos e histórico médico.

    Além disso, o paciente deve respeitar os direitos de outros usuários do sistema de saúde. O texto também reforça o respeito aos profissionais que realizam o atendimento.

    Estado deverá acompanhar cumprimento das regras

    Para garantir o cumprimento das normas, o projeto prevê mecanismos de controle pelo poder público.

    Assim, órgãos responsáveis poderão acompanhar a aplicação do estatuto nos serviços de saúde.

    Segundo os defensores da proposta, a medida fortalece um modelo de atendimento mais humano e transparente.

    Além disso, o estatuto incentiva maior participação do paciente nas decisões sobre o próprio cuidado.

    Com a aprovação no Congresso, o texto agora aguarda sanção presidencial para entrar em vigor.

    Fonte: Agência Senado

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