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Comissão aprova projeto que reconhece atividade de guardas municipais como de risco

Comissão aprova projeto que reconhece atividade de guardas municipais como de risco
Publicado por Mello e Furtado Advocacia

Escritório de advocacia especialista em INSS e Previdência Social

Sumário

    Comissão aprova projeto que reconhece atividade de guardas municipais como de risco e amplia o debate sobre direitos legais e previdenciários da categoria.

    Além disso, a proposta aprovada na Câmara dos Deputados prevê o reconhecimento formal da periculosidade e da insalubridade das funções exercidas pelos profissionais da segurança pública municipal.

    O texto aprovado altera o Estatuto das Guardas Municipais para incluir formalmente o reconhecimento da periculosidade e da insalubridade.

    Projeto reconhece atividade de risco para guardas municipais

    Segundo a relatora do projeto, deputada Delegada Ione, os guardas municipais atuam diretamente no combate à violência urbana e na proteção do patrimônio público.

    Além disso, a parlamentar destacou que a atividade envolve exposição frequente a situações de risco.

    De acordo com a justificativa apresentada no parecer, os profissionais enfrentam contato direto com a criminalidade durante o exercício das funções.

    A proposta é de autoria do ex-deputado Roberto de Lucena.

    Reconhecimento pode impactar direitos previdenciários

    O projeto busca adequar a legislação federal para ampliar a proteção dos agentes da segurança pública municipal.

    Além disso, o reconhecimento formal da atividade de risco poderá influenciar benefícios previdenciários e direitos relacionados às condições especiais de trabalho.

    A relatora também lembrou que o Supremo Tribunal Federal já consolidou entendimento de que as guardas municipais integram o Sistema Único de Segurança Pública.

    Assim, o texto busca fortalecer o reconhecimento das condições enfrentadas diariamente pelos profissionais da categoria.

    O texto segue em tramitação na Câmara dos Deputados.

    Além disso, o projeto ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    A análise ocorrerá em caráter conclusivo.

    Depois disso, a proposta ainda precisará ser aprovada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal para virar lei.

    Fonte: camara.leg.br

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