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Projeto pode obrigar plano de saúde a cobrir tratamento para SHUa

projeto pode obrigar plano de saúde a cobrir tratamento para SHUa
Publicado por Mello e Furtado Advocacia

Escritório de advocacia especialista em INSS e Previdência Social

Sumário

    O Projeto pode obrigar plano de saúde a cobrir tratamento para SHUa, incluindo medicamentos de uso oral ou injetável. A proposta ainda tramita na Câmara.

    O Projeto de Lei 2732/26 prevê a cobertura do tratamento domiciliar para pacientes com Síndrome Hemolítico-Urêmica atípica, conhecida como SHUa. Além disso, o texto busca ampliar o acesso às terapias destinadas à doença rara.

    O que o projeto prevê para os planos de saúde?

    A proposta estabelece uma nova obrigação para os planos de saúde. Pela medida, as operadoras deverão cobrir o tratamento domiciliar da SHUa.

    A cobertura também deverá incluir medicamentos de uso oral ou injetável. O projeto pretende garantir aos pacientes acesso aos tratamentos necessários fora do ambiente hospitalar.

    O que é a SHUa?

    A Síndrome Hemolítico-Urêmica atípica é uma doença rara. Nesse quadro, o sistema imunológico passa a atacar células saudáveis. Isso pode ocorrer por alterações genéticas ou pela ação de anticorpos.

    Entre os principais sintomas estão cansaço extremo, palidez e manchas roxas na pele. Além disso, esses sinais estão relacionados à anemia, à queda de plaquetas e à lesão renal aguda.

    Como funcionaria a cobertura?

    Caso o projeto seja aprovado, os planos de saúde deverão custear o tratamento domiciliar indicado para pacientes com SHUa.

    Além disso, a proposta contempla medicamentos administrados por via oral ou injetável. Dessa forma, o projeto pode obrigar plano de saúde a cobrir tratamento para SHUa e ampliar a cobertura para essa condição.

    Projeto ainda precisa avançar no Congresso

    Apesar da proposta, a nova obrigação ainda não está em vigor. O texto seguirá para análise das comissões responsáveis.

    Primeiramente, o projeto será analisado pela Comissão de Saúde. Depois, passará pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    No entanto, a aprovação pelas comissões não transforma automaticamente a proposta em lei. Para isso, o texto ainda precisa ser aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

    Portanto, os planos de saúde ainda não estão obrigados pela proposta. A eventual mudança dependerá da conclusão da tramitação legislativa.

    Fonte: camara.leg.br

    Foto de Mello & Furtado Advocacia

    Mello & Furtado Advocacia

    Advogados especialistas em direito previdenciário.

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