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Governo já devolveu mais de R$ 3 bilhões por descontos indevidos no INSS

Governo devolveu 3 bilhões descontos indevidos no INSS
Publicado por Mello e Furtado Advocacia

Escritório de advocacia especialista em INSS e Previdência Social

Sumário

    O Governo Federal já devolveu mais de R$ 3 bilhões a aposentados e pensionistas por descontos indevidos no INSS. Até agora, mais de 4,4 milhões de beneficiários aderiram ao acordo de ressarcimento.

    Assim, garantiram a devolução dos valores descontados. Além disso, o processo ocorre após contestação feita pelos segurados.

    Prazo para contestação vai até junho de 2026

    O INSS prorrogou o prazo para contestar os descontos indevidos. Portanto, aposentados e pensionistas podem registrar a reclamação até 20 de junho de 2026.

    Além disso, o segurado pode fazer a contestação pelo aplicativo Meu INSS. Também é possível utilizar a Central 135 ou comparecer às agências dos Correios.

    Como funciona o ressarcimento

    Primeiro, o beneficiário deve verificar se houve desconto indevido. Em seguida, precisa registrar a contestação junto ao INSS. Dessa forma, inicia o processo de análise.

    Depois disso, a entidade associativa tem até 15 dias úteis para responder. No entanto, se não houver resposta ou houver irregularidade, o sistema libera a adesão ao acordo.

    Assim, o segurado pode aceitar o ressarcimento diretamente. Portanto, o processo ocorre de forma simples e digital.

    Pagamento ocorre em até três dias úteis

    Após a adesão ao acordo, o pagamento ocorre rapidamente. Dessa forma, o valor entra na conta do benefício em até três dias úteis.

    Além disso, alguns grupos recebem tratamento diferenciado. Por exemplo, indígenas, quilombolas e idosos com mais de 80 anos recebem automaticamente. Portanto, não precisam aderir manualmente.

    INSS alerta para golpes

    O INSS orienta os beneficiários a redobrarem a atenção. Além disso, o órgão não envia links ou mensagens solicitando dados pessoais.

    Também não cobra taxas para liberar valores. Portanto, o segurado não deve pagar intermediários.

    Assim, toda comunicação oficial ocorre apenas pelos canais oficiais. Por exemplo, incluem o Meu INSS, o site gov.br, a Central 135 e as agências dos Correios.

    Fonte / imagem: gov.br

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