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Aposentadorias e pensões chegam a 13.8% da população enquanto Brasil envelhece

Aposentadorias e pensões chegam a 13,8% da população
Publicado por Mello e Furtado Advocacia

Escritório de advocacia especialista em INSS e Previdência Social

Sumário

    Aposentadorias e pensões chegam a 13.8% da população brasileira em 2025, segundo dados divulgados pelo IBGE.

    Além disso, o número representa cerca de 29,3 milhões de pessoas e marca o maior percentual da série histórica iniciada em 2012.

    Segundo o instituto, o avanço acompanha principalmente o envelhecimento da população brasileira.

    Segundo o IBGE, o avanço das aposentadorias e pensões acompanha o envelhecimento da população. Em 2012, por exemplo, 11,7% dos brasileiros recebiam esse tipo de rendimento. Já em 2024, o percentual havia chegado a 13,5%. Agora, em 2025, o índice alcançou 13,8%.

    Além disso, o levantamento considera aposentadorias do INSS e de outros institutos de previdência.

    Estados mais envelhecidos concentram maior número de beneficiários

    O maior percentual de pessoas que recebem aposentadorias e pensões foi registrado no Rio Grande do Sul.

    No estado, 20,3% da população possui rendimento previdenciário. Por outro lado, Roraima apresentou o menor índice do país, com 5,9%. Segundo o IBGE, a diferença acompanha o perfil etário das regiões brasileiras.

    O rendimento médio de aposentadorias e pensões foi estimado em R$ 2.697 por mês. Além disso, o valor ficou 2,1% acima do registrado em 2024, quando a média era de R$ 2.641.

    No entanto, o resultado ainda não superou o recorde da série histórica, alcançado em 2019. Naquele ano, o rendimento médio chegou a R$ 2.729 em valores corrigidos pela inflação.

    Benefícios previdenciários representam segunda maior fonte de renda

    Segundo a pesquisa, 47,8% da população brasileira possuía rendimento do trabalho em 2025. Em seguida, aparecem aposentadorias e pensões, que atingiram 13,8% da população. Além disso, 9,1% dos brasileiros receberam benefícios de programas sociais do governo.

    O levantamento inclui programas federais, estaduais e municipais, como Bolsa Família e BPC Loas. O percentual de pessoas que receberam benefícios sociais ficou praticamente estável em relação a 2024.

    Ainda assim, os índices seguem acima dos registrados antes da pandemia.

    Em 2012 e 2019, por exemplo, apenas 6,3% da população recebia esse tipo de auxílio.

    Além disso, o rendimento médio obtido por programas sociais foi estimado em R$ 870 por mês em 2025.

    Fonte: jornaldebrasilia.com.br

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